A Hora Mais Sombria (A Mediadora #4) - Meg Cabot

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Em A Hora Mais Sombria, Suze está de férias. Mas ao invés de passar esse tempo indo para a praia todos os dias, como é o seu desejo, ela foi dada a opção de arrumar um emprego ou fazer um curso de férias. Com a ajuda de seu irmão mais velho, Jake, ela acabou sendo contratada para trabalhar de babá em um resort de luxo. Não era o emprego do qual ela mais gostava, mas pagava bem e ela poderia renovar seu guarda-roupas. Foi uma sorte melhor do que a que teve seu outro irmão, Brad, que passaria o verão ajudando seu padrasto a fazer uma piscina no quintal e tendo aulas para recuperar a média em uma matéria na qual estava em recuperação.


No trabalho, Suze passa a ser a única babá requisitada por uma família para tomar conta de seu filho mais novo, Jack, que parecia ser a criança mais entediante da face da terra – até que ela descobre que ele é um mediador. Jack tem um irmão que não é difícil de se olhar, Paul, e apesar de na teoria ele e Suze serem perfeitos um para o outro, porque eles têm mais coisas em comum do que imaginam, seu coração pertencia ao fantasma latino-lindo-alto-e-sensual que residia em seu quarto, apesar de ela achar que ele não sentia o mesmo.

Tudo parecia bem. Suze estava ajudando Jack a lidar com seu dom de ver gente morta, estava fazendo compras e saindo com os amigos sempre que podia, até que em uma noite qualquer, o fantasma da ex-noiva de Jesse, Maria, invade seu quarto e lhe ameaça a vida, caso ela não impedisse que a escavação de seu quintal continuasse. Aparentemente estavam cavando bem onde Jesse havia sido enterrado, e Suze se vê tendo que lidar com fantasmas homicidas e com o dilema de deixar que desenterrassem os ossos do cara por quem ela estava apaixonada – o que era provavelmente o que o prendia naquele mundo – ou arranjar uma desculpa para que a escavação fosse interrompida e ele pudesse continuar ali, junto dela.

Esse é um dos meus livros preferidos da série. Jack é um serumaninho super ingênuo, o que torna a interação entre ele e Suze uma coisa gostosa de ler. É de se ter pena da quantidade de rejeições que Paul leva de Suze, mas fazer o que se ela gosta de outro? Além do que, Paul acaba não sendo a pessoa que ela achava que fosse. Jesse passa o livro inteiro tentando fazer com que Suze entenda que o fato de encontrarem seu esqueleto não o levará dali para o outro plano, porque não era disso o que ele precisava para seguir em frente e, quanto ao relacionamento de Maria e Jesse, bem, basta dizer que #TeamSuze ganha de longe, principalmente quando ela (Suze) acaba arriscando a própria vida para salvá-lo.


“- Jesse, não fique lisonjeado porque fiz isso por você. Quer dizer, ter você como colega de quarto tem sido um tremendo pé no saco. Acha que eu gosto de chegar da escola ou do trabalho e ter que explicar coisas como a Baía dos Porcos? Acredite, a vida com você não é um piquenique. (...) Ter você fora da minha vida vai tornar as coisas muito mais simples, portanto, não pense, você sabe, que fiz isso por você. Só fiz porque aquele seu gato estúpido anda chorando feito um maluco. E porque qualquer coisa que eu puder fazer para irritar aquela sua namorada idiota, eu vou fazer.
-Nombre de Diós, Suzannah. Maria não é minha namorada.
- Bem, certamente já foi. E que negócio é esse, afinal? Aquela garota é uma tremenda vagabunda, Jesse. Não acredito que você tenha concordado em se casar com ela. Quero dizer, o que você estava pensando? Não dava para ver como ela era por baixo de toda aquela renda?”
p. 235

Estudante em tempo integral, procrastinadora de carteirinha, curiosa nas horas mais inapropriadas, não vive sem música, viciada nas séries da Shonda.

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